Campanha
IA
Mídias sociais
Para consolidar a Stevan Masculino como a principal escolha na em uma das maiores datas do varejo, a campanha “Presentes que Acompanham, Memórias que Ficam” uniu storytelling cinematográfico e um robusto ecossistema omnichannel.
Integrando um filme para mídias sociais focado m emoção e legado familiar a peças de conversão para o PDV e mídias sociais, a estratégia trabalhou para elevar o valor da marca e transformar uma troca de presentes em um gesto de afeto.
O Natal é a data mais competitiva do varejo. Para a Stevan Masculino, uma marca focada em moda masculina de qualidade em Matozinhos, o desafio estimular as vendas de fim de ano e fortalecer a conexão emocional com o público-alvo.
Em um mercado saturado de ofertas puramente transacionais, a campanha precisava elevar a marca de simples opção de compra para a curadora oficial de presentes com significado.
Dando continuidade ao posicionamento emocional já trabalhado pela marca, o conceito central da campanha — “Presentes que acompanham, memórias que ficam” — foi desenhado para ressignificar o ato de presentear. O objetivo foi deslocar o foco do produto físico para o vínculo familiar.
A narrativa focou em momentos de conexão, ilustrados por uma imagem de campanha poderosa: uma família multi-geracional (avós, pais e neta) ao redor da árvore de Natal.
Para garantir que a narrativa transcendesse o vídeo e gerasse fluxo real, o filme atuou no centro de uma estratégia de distribuição integrada.
O conceito foi desdobrado em peças digitais nativas para as redes sociais, sustentando a conversa ao longo de toda a campanha. Simultaneamente, a identidade visual e o conceito da animação enveloparam a sinalização das lojas físicas.
Essa sincronia entre o digital e o offline criou uma jornada de marca fluida, conectando a atenção capturada no topo de funil à experiência no ponto de venda.
Para alcançar o visual e a fluidez emocional de uma estética de estúdio (estilo Pixar), o projeto foi estruturado em uma esteira de produção impulsionada por Inteligência Artificial.
Desde a concepção dos storyboards e concept arts até a geração final das animações 3D, a IA foi utilizada como um motor de renderização.
O grande diferencial técnico deste case foi o papel de “Direção de IA”: em vez de saídas genéricas, o desafio superado foi trabalhar com diferentes ferramentas generativas para garantir a consistência dos personagens (pai e filho) à medida que envelheciam cena após cena.
O resultado é uma prova de que a tecnologia, quando guiada por uma direção de arte rigorosa e uma narrativa humana, pode democratizar a produção de storytelling de alto nível.